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Ninguém conta o quão frustrante é ser tentante, todos os meses ter que conviver com os “nãos”.
Ser tentante é viver entre extremos: controle e entrega, razão e esperança, força e fragilidade. É acordar e pensar: “Será que já tem um bebê aqui dentro?” Esperar é uma tortura, um teste de paciência e compaixão por si mesma.
A prisão do medo e o corpo que confunde
Sentir o próprio corpo após parir, seja depois de um trabalho de parto ou de uma cesariana, é um convite a se reconhecer novamente. Olhar para os seios, a barriga, o rosto, e se perguntar: quem sou eu agora? O que meu corpo está tentando me dizer?
Para além do corpo, o "eu"
Essa transformação é profunda e vai além da pele. Para além do corpo, existe a sua subjetividade, o seu “eu”, aquela mulher que você era antes de parir. A grande questão que ecoa no silêncio do puerpério é: como se reconhecer fisicamente, mentalmente e espiritualmente?
Antes de se tornar mãe, a mulher vive centrada em sua própria identidade, nos seus desejos e nas suas escolhas. Ao iniciar a maternidade, ela se vê atravessada por uma realidade que dificilmente se alinha aos discursos romantizados que associam a experiência à plenitude e à felicidade absoluta.
Nesse desencontro, surge uma sensação difícil de nomear: a perda de si.
No puerpério, muitas mulheres se sentem distantes de si mesmas. Com a chegada do bebê, grande parte da energia da mãe naturalmente se volta para ele. O corpo e a subjetividade podem ficar em segundo plano, e é fácil se perder nesse movimento. É nesse espaço, entre a entrega ao bebê e a própria rotina, que surgem dores, angústias e sentimentos que antes estavam adormecidos.
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