Pronta para dar o primeiro passo na sua jornada?
Agende uma conversa inicial sem compromisso. Vamos juntas encontrar o caminho para uma maternidade mais leve e consciente.
Ao pensar a maternidade entre o instinto e o discurso, é fundamental entender que está em jogo não apenas o cuidado com os filhos, mas também o lugar que a mulher ocupa na sociedade.
Esse abismo entre o ideal materno imposto socialmente e a experiência interna da mulher-mãe é, muitas vezes, marcado por angústias, ambivalências e apagamentos do eu.
A maternidade costuma afogar a mulher em um mar de exigências internas e externas. Isso mostra que a função materna, longe de ser espontânea ou harmoniosa, é colonizada por ideais inalcançáveis que reforçam a culpa e silenciam o desejo feminino. Questionar essas construções históricas é essencial para compreender como a visão sobre a mulher foi moldada e, sobretudo, como pode ser transformada.
Ainda hoje, resquícios desse pensamento aparecem em discursos que culpabilizam as mulheres por problemas sociais, em julgamentos morais e na desigualdade de oportunidades. A consequência é uma geração de mães exaustas, tentando corresponder a um ideal que não existe.
Apresentando um caminho
Talvez o primeiro passo para uma maternidade mais real seja justamente esse: reconhecer que não há instinto puro, nem amor perfeito. Desconstruir o ideal materno abre caminhos para a autonomia feminina e para a construção de relações mais verdadeiras entre mães e filhos.
Há mulheres tentando existir entre o amor e o limite, e isso já é profundamente humano.
maternidade, gestação, gestante, maternidade real
Agende uma conversa inicial sem compromisso. Vamos juntas encontrar o caminho para uma maternidade mais leve e consciente.